Capítulo 48
O fim está seguro, e já está começando. Aqui em Florença é
começando, e os olhos de fé vêem isto. E pode ser nosso
bem-aventurança para morrer para isto: morrer diariamente pela crucificação de nosso
testamento egoísta--morrer afinal pondo nossos corpos no altar. Meu
filha, você é uma criança de Florença; fulfil os deveres daquele grande
herança. Viva para Florença--para suas próprias pessoas quem Deus é
preparando abençoar a terra. Agüente a angústia e o inteligente. O ferro
é afiado--eu sei, eu sei--rasga a carne tenra. O desenho é
amargura nos lábios. Mas há êxtase na xícara--há o
visão que faz toda a vida sempre debaixo disto dross. Venha, minha filha,
volte para seu lugar!" [Nota de rodapé: Capítulo XL.]
Novamente, quando a Dorothéa vai ver Rosamond para interceder em Dr. Lydgate
lado com a esposa dele, nós temos uma expressão da santidade de matrimônio,
e a renúncia que exige de tudo aquilo é oposta a sua confiança e
utilidade. Dorothéa diz,--
"Matrimônio é tão ao contrário outro tudo. Há algo até mesmo terrível
na proximidade traz. Até mesmo se nós amássemos outro melhor uns um
que--que esses com os que nós nos casamos, seria de nenhum use"--pobre
Dorothéa, nela palpitando ansiedade, poderia agarrar só seu idioma
entrecortadamente--"eu quero dizer, matrimônio bebe todo nosso poder de dar ou
adquirindo alguma bem-aventurança naquele tipo de amor. Eu sei que pode ser mesmo
querido--mas assassina nosso matrimônio--e então o matrimônio fica conosco
como um assassinato--e tudo tem sido ido outro. E então nosso marido--se ele
amado e confiou em nós, e nós não o ajudamos, mas fez uma maldição dentro
a vida dele--"
Se Marian Evans rejeitasse as sanções nas quais sociedade impôs o
amor de homem e mulher nas formas legais de matrimônio, não estava dentro um
espírito teimoso e apaixonado. Há razões por acreditar que ela era
um pouco tocado na mocidade dela com as teorias individualistas do