Julian S. (Julian Stafford) Corbett
Capítulo 29
os momentos desprotegidos de inimigo. Tão logo como a defensiva cessa ser considerada
como uns meios de nutrir poder para golpear e de reduzir o poder do inimigo
de ataque perde toda sua força. Deixa de ser até mesmo um suspenso
atividade, e qualquer coisa que não é nenhuma atividade não é nenhuma guerra.
Com estas indicações gerais das vantagens relativas de ofensa e
defesa que nós podemos deixar para o assunto para o presente. É claro que possível
catalogar as vantagens e desvantagens de cada forma, mas qualquer tal
declaração calva--sem exemplos concretos explicar o significado--deva
sempre se apareça controverso e é hábil enganar. É melhor reservar
a consideração mais cheia deles/delas até que nós venhamos lidar com operações de strategical
e pode notar o efeito atual deles/delas na conduta de guerra dentro seu
várias formas. Deixando nossa primeira classificação de guerras então em
ofensiva e defensiva nós passaremos em para o segundo que é o único
um de real importância prática.
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CAPÍTULO TRÊS
NATUREZAS DE GUERRAS--
LIMITADO E ILIMITADO
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A segunda classificação para a qual nós somos conduzidos pela teoria política de
guerra, é um que Clausewitz foi o primeiro em formular e um para qual ele
vindo prender a importância mais alta. Fica necessário então para
examine as visões dele em algum detalhe--não porque há qualquer necessidade para considerar um
soldado continental, porém distinto, como uma autoridade indispensável
para uma nação marítima. A razão é totalmente o contrário. É porque um
exame cuidadoso da doutrina dele neste ponto se deitará aberto o que é
as diferenças radicais e essenciais entre o alemão ou Continental
Escola de Estratégia e a Escola britânica ou Marítima--quer dizer, nosso próprio
Escola tradicional que muitos escritores ambos em casa e no estrangeiro quietamente
assuma para não ter nenhuma existência. A tendência má daquela suposição não pode ser