Julian S. (Julian Stafford) Corbett
Capítulo 76
... fazer para o tato de país do inimigo os fardos de guerra com tal peso
que o desejo para paz prevalecerá. Este é o ponto em qual o Napoleon
falhado.... Pode ser necessário agarrar o harbours, centros comerciais,,
linhas importantes de tráfico, fortificações e arsenais, em outro palavra,,
propriedade todo importante necessário à existência das pessoas e exército."
Se, então, nós somos privados do direito para usar meios análogos em mar, o
conteste para qual nós lutamos quase batalha deixa de existir. Derrote o
as frotas de inimigo como podemos nós, ele será mas pequeno o pior. Nós teremos
aberto o modo para invasão, mas quaisquer dos grandes Poderes continentais pode
ria de nossas tentativas para invadir sem ajuda. Se nós não podemos colher o
colheita de nosso sucesso enfraquecendo as atividades nacionais dele em mar, o
serão negados só meios legítimos de pressão dentro de nossa força nos.
Nossa frota, se procedesse com tais operações secundárias como é
essencial por forçar uma paz, será dirigido a tais expedientes bárbaros
como o bombardeio de cidades de porto de mar e invasões destrutivas no hostil
costas.
Se fossem abolidos os meios de pressão que segue lutando próspero
ambos em terra e mar haveria este argumento em favour da mudança,
que significaria talvez para Estados civilizados a cessação inteira de
guerra; para a guerra ficaria tão impotente, que ninguém se preocuparia noivar dentro
isto. Seria um afazeres entre exércitos regulares e frotas, com que o
pessoas tiveram pouca preocupação. Disputas internacionais tenderiam a levar o
forma do mediaeval disputas privadas nas quais foram resolvidas por campeões
tentativa através de batalha, um absurdo do qual conduziu rapidamente puramente à dominação
processo judicial. Se disputas internacionais pudessem ir o mesmo modo, humanidade,
teria avançado um passo largo longo. Mas o mundo está raramente maduro para tal
uma revolução. Enquanto isso abolir o direito de interferência com o fluxo
de propriedade privada em mar sem abolir o direito correspondente